domingo, 20 de agosto de 2017

SÍNDROME DE DOWN


Síndrome é de origem genética.
Alteração do cromossomo X (malformação C/ 1 Cromo á +), o pai nunca passa.
É uma condição genética na qual existe um material cromossômico excedente ligado ao par de número 21 e por isso também é chamada de trissomia do 21. As pessoas com a síndrome Down (pronúncia dawn) apresentam, em conseqüência, retardo mental (de leve a moderado) e alguns problemas clínicos associados.

Todas patologia tem suas Características
Hipotonia ( todas  as criança tem que ter)
característica fisica é p/ todas que tem down (atraso motor).

As crianças com síndrome de Down possuem algumas características físicas específicas, que podem ser observadas pelo médico para fazer o diagnóstico clínico. Nem sempre a criança com síndrome de Down apresenta todas as características. Algumas podem ter poucas, enquanto outras podem mostrar a maioria das características da síndrome:
·         Inclinação das fendas palpebrais;
·         Pequenas dobras de pele no canto interno dos olhos;
·         Língua aumentada e proeminente;
·         Achatamento da parte de trás da cabeça;
·         Ponte nasal achatada;
·         Orelhas menores;
·         Boca pequena;
·         Tônus muscular diminuído;
·         Ligamentos soltos;
·         Mãos e pés pequenos;
·         Pele na nuca em excesso;
·         Palma da mão com uma linha cruzada (linha simiesca);
·         Distancia entre primeiro e segundo dedo do pé aumentada.
Freqüentemente estas crianças apresentam mal-formações em órgãos desde seu nascimento:
·         As principais são as do coração, atingindo 30% dos portadores de síndrome de Dow;
·         Mal-formações do trato gastrointestinal, como estenose ou atresia do duodeno, imperfuração anal, e doença de Hirschsprung;
·         Perda auditiva condutiva;
·         Problemas de visão;
·         Alguns tipos de leucemia têm maior incidência crianças com síndrome de Down;
Pessoas com síndrome de Down desenvolvem as características neuropatológicas da doença de Alzheimer em uma idade muito mais precoce.


A esterilidade de pessoas com Síndrome de Down ainda é um mito até mesmo entre profissionais da área da saúde. Até um tempo atrás, se acreditava que todo portador da também chamada Trissomia do 21 era estéril. Acabou se descobrindo que isso não é uma regra.

Um terço das mulheres com Down não são estéreis, ou seja, podem ter filhos. São 30 os casos registrados no mundo de bebês nascidos de mulheres com Down. A chance de que o bebê também nasça com Síndrome de Down é de 50%. Há um exemplo no Brasil: no ano passado, Maria Gabriela (que tem a síndrome) teve uma filha, Valentina. A menina, porém, não tem nenhuma deficiência.

Já os homens com Síndrome de Down são, em sua maioria, estéreis. Existem apenas 3 casos documentados em todo o mundo de homens com Down que tiveram filhos. Apesar de muitos médicos e cientistas ainda considerarem que esse número não é significativo, há que se levar em consideração que podem existir outros casos não registrados.

É importante também considerar que o pequeno número de bebês nascidos de pais com Síndrome de Down pode ter ligação não apenas com a alta incidência de esterilidade. As famílias de pessoas com a síndrome, por muito tempo, as mantiveram sob estrito controle, sem que permitissem relações amorosas e sexuais. Isso vêm mudando com o passar dos anos, com mais informações a que os pais têm acesso e com a maior inclusão social das pessoas com deficiência, o que pode levar a novos e mais frequentes casos de gravidez. Assim, a educação sexual – principalmente a prevenção de gravidez e doenças – deve ser um tema abordado pelos profissionais de saúde e educação envolvidos com familiares, pacientes e alunos com Síndrome de Down e outras deficiências.

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Telencéfalo





O telencéfalo compreende os dois hemisférios cerebrais, direito e esquerdo, e uma pequena linha mediana situada na porção anterior do III ventrículo.
Os dois hemisférios cerebrais são incompletamente separados pela fissura longitudinal do cérebro, cujo o assoalho é formado por uma larga faixa de fibras comissurais, denominada corpo caloso, principal meio de união entre os dois hemisférios. Os hemisférios possuem cavidades, os ventrículos laterais direito e esquerdo, que se comunicam com o III ventrículo pelos forames interventriculares.

Cada hemisfério possui três pólos: frontal, occipital e temporal; e três faces: súpero-lateral (convexa); medial (plana); e inferior ou base do cérebro (irregular), repousando anteriormente nos andares anterior e médio da base do crânio e posteriormente na tenda do cerebelo.

Sulcos e Giros: 

Durante o desenvolvimento embrionário, quando o tamanho do encéfalo aumenta rapidamente, a substância cinzenta do córtex aumenta com maior rapidez que a substância branca subjacente. Como resultado, a região cortical se enrola e se dobra sobre si mesma. Portanto, a superfície do cérebro do homem e de vários animais apresenta depressões denominadas sulcos, que delimitam os giros ou circunvoluções cerebrais. A existência dos sulcos permite considerável aumento do volume cerebral e sabe-se que cerca de dois terços da área ocupada pelo córtex cerebral estão “escondidos” nos sulcos.
Em qualquer hemisfério, os dois sulcos mais importantes são o sulco lateral e o sulco central.
Sulco Lateral: é o sulco que separa o lobo frontal do lobo temporal. Ele é subdividido em ascendente, anterior e posterior.
Sulco Central: separa o lobo parietal do frontal. O sulco central é ladeado por dois giros paralelos, um anterior, giro pré-central, e outro posterior, giro pós-central. As áreas situadas adiante do sulco central relacionam-se com a MOTRICIDADE, enquanto as situadas atrás deste sulco relacionam-se com a SENSIBILIDADE.

Outro sulco importante situado no telencéfalo, na face medial, é o sulco parieto-occipital, que separa o lobo parietal do occipital.

Os lobos cerebrais recebem o nome de acordo com a sua localização em relação aos ossos do crânio. Portanto, temos cinco lobos: frontal, temporal, parietal, occipital e o lobo da ínsula, que é o único que não se relaciona com nenhum osso do crânio, pois está situado profundamente no sulco lateral.
A divisão dos lobos não corresponde muito a uma divisão funcional, exceto pelo lobo occipital que parece estar relacionado somente com a visão.
O lobo frontal está localizado acima do sulco lateral e adiante do sulco central. Na face medial do cérebro, o limite anterior do lobo occipital é o sulco parieto-occipital. Na sua face súpero-lateral, este limite é arbitrariamente situado em uma linha imaginaria que se une a terminação do sulco parieto-occipital, na borda superior do hemisfério, à incisura pré-occipital, situada na borda ínfero-lateral, cerca de 4 cm do pólo occipital. Do meio desta linha imaginaria parte uma segunda linha imaginaria em direção no ramo posterior do sulco lateral e que, juntamente com este ramo, limita o lobo temporal do lobo parietal.





Face Súpero-lateral:







Lobo Frontal

Lobo Temporal

Lobo Parietal

Lobo Occipital

Lobo da Ínsula




Lobo Frontal:
Sulco Pré-central: mais ou menos paralelo ao sulco central.
Sulco Frontal Superior: inicia-se na porção superior do sulco pré-central e dirigi-se anteriormente no lobo frontal. É perpendicular a ele.
Sulco Frontal Inferior: partindo da porção inferior do sulco pré-central, dirige-se para frente e para baixo.

Giro Pré-central: localiza-se entre o sulco central e o sulco pré-central. Neste giro se localiza a área motora principal do cérebro (córtex motor).
Giro Frontal Superior: localiza-se acima do sulco frontal superior.
Giro Frontal Médio: localiza-se entre o sulco frontal superior e inferior.
Giro Frontal Inferior: localiza-se abaixo do sulco frontal inferior. O giro frontal inferior do hemisfério esquerdo é o centro cortical da palavra falada.

 
 
 
 
 
 
Lobo Temporal:
Sulco Temporal Superior: inicia-se próximo ao pólo temporal e dirige-se para trás paralelamente ao ramo posterior do sulco lateral, terminando no lobo parietal.
Sulco Temporal Inferior: paralelo ao sulco temporal superior é geralmente formado por duas ou mais partes descontinuas.


Giro Temporal Superior: localiza-se entre o sulco lateral e o sulco temporal superior.
Giro Temporal Médio: localiza-se entre os sulcos temporal superior e o temporal inferior.
Giro Temporal Inferior: localiza-se abaixo do sulco temporal inferior e se limita com o sulco occípito-temporal.
Afastando-se os lábios do sulco lateral, aparece o seu assoalho, que é parte do giro temporal superior. A porção superior deste assoalho é atravessada por pequenos giros transversais, os giros temporais transversos, dos quais o mais evidente é o giro temporal transverso anterior. Esse é importante pois se localiza o centro cortical da audição.



Lobo Parietal:
Sulco Pós-central: localiza-se posteriormente ao giro pós-central. É paralelo ao sulco central.
Sulco Intraparietal: geralmente localiza-se perpendicular ao sulco pós-central (com o qual pode estar unido) e estende-se para trás para terminar no lobo occipital.
Diferentemente dos outros lobos, o lobo parietal apresenta um giro e dois lóbulos:
Giro Pós-central: localiza-se entre o sulco central e o sulco pós-central. É no giro pós-central que se localiza uma das mais importantes áreas sensitivas do córtex, a área somestésica.
Lóbulo Parietal Superior: localiza-se superiormente ao sulco intra-parietal.

Lóbulo Parietal Inferior: localiza-se inferiormente ao sulco intraparietal. Neste, descrevem-se dois giros: o giro supramarginal, curvando em torno da extremidade do ramo posterior do sulco lateral, e o giro angular, curvando em torno da porção terminal e ascendente do sulco temporal superior.

 
 





 
 
 

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Fraturas

PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA PARA FRATURAS

    Realmente, existe muito pouco a ser feito por pessoas leigas para reparar danos aos ossos, músculos e tecidos conectivos. O máximo a ser feito é tentar identificar a natureza do ferimento, solicitar socorro médico e procurar não deixar a situação piorar. Todas as fraturas e deslocamentos requerem tratamento profissional imediato. Existem vários tipos importantes de fraturas:

1. Fechada

É uma fratura ao longo do osso. A pele permanece intacta.

2. Exposta 

É uma fratura composta envolvendo abertura da pele causada pelo próprio ferimento ou internamente pelo osso fraturado.

3. Múltiplas

São diversas linhas de fraturas no osso que podem ser abertas ou fechadas.

4. Simples



São fraturas que não se prolongam no osso. Elas ocorrem somente em crianças jovens porque os ossos ainda não estão completamente rígidos. Este tipo de fraturas pode parecer, em um primeiro momento, que é um mau jeito ou uma contusão severa, com muita dor. O diagnóstico deve ser confirmado através de outros exames.

    Toda fratura ou suspeita de fratura requer cuidados médicos. Exames adequados para determinar a natureza precisa do ferimento e o realinhamento do osso por um profissional médico são essenciais. A tarefa da pessoa leiga é levar a vítima ao hospital o mais rápido possível, movimentando o mínimo a parte lesionada. Isto normalmente requer uma imobilização parcial.

    O principal objetivo desta imobilização é evitar um aumento da lesão e da dor.. A imobilização deve incluir, se possível, as articulações acima e abaixo da parte lesionada. Se possível, gelo deve ser colocado sobre a área lesionada para evitar o derramamento interno de líquidos.

    No caso de suspeita de fraturas, o seguinte procedimento é sugerido:
1. Assegure-se de que a vítima esteja respirando. Caso negativo, tente aplicar algum procedimento de respiração auxiliada e chame uma ambulância.
2. Observe os cuidados relativos a choque traumático.
3. Assegure-se de que a cabeça, espinha dorsal ou pescoço não foram lesionados. Caso positivo, mantenha a vítima imóvel e chame uma ambulância.
4. Se existe uma fratura exposta, aplique suavemente panos ou roupas limpas sobre a área lesionada para tentar estancar o sangramento. Não tente empurrar de volta ou realinhar o osso fraturado.
5. Não faça mais nada se a ambulância está por chegar. Fique com a vítima e não a mova.
6. Independentemente, se você estiver levando a vítima ao hospital ou esperando por socorro médico, não dê nada à vítima pela boca, seja alimento, água ou medicação.
7. Se você vai transportar a vítima ao hospital, imobilize a área fraturada o melhor possível. Use o que estiver disponível: Madeiras, jornal enrolado, travesseiro, etc .... Tenha bastante atenção quando for o caso de fratura exposta.


terça-feira, 12 de abril de 2016

Luxação (deslocamento nas articulações)

O que é uma luxação?
Um deslocamento de qualquer parte do corpo (normalmente uma articulação) de sua posição normal.Se uma articulação recebe pressão demasiada, os ossos que se encontram nessa articulação podem se desconectados ou deslocados. Normalmente quando isso acontece, ocorre a ruptura da cápsula articular, o rompimento de ligamentos e, com freqüência, lesões dos nervos.
Causas:
A maioria dos deslocamentos é causada por uma pancada, uma queda ou outros tipos de trauma. As convulsões também podem causar deslocamentos.
Tratamento (primeiros socorros):
1. Verifique as vias respiratórias da vítima, sua respiração e circulação. Se necessário, inicie a respiração assistida, RCP ou controle de hemorragias.
2. Mantenha a vítima imóvel e transmita-lhe segurança.
3. Se a pele apresentar um ferimento devido a um osso fraturado ou se você suspeita que possa haver um osso fraturado por baixo da pele, tome as medidas necessárias para prevenir infecções. Não respire sobre a ferida, não lave ou toque nela. Cubra o ferimento com uma compressa esterilizada antes de imobilizar a lesão.
4. Faça uma tala ou um suporte para o ferimento na posição em que o encontrou. Certifique-se de imobilizar a área tanto acima quanto abaixo da articulação lesada e de verificar a circulação sangüínea na área afetada após sua imobilização. Compressas de gelo poderão ser aplicadas para diminuir a dor e o inchaço. Para verificar a circulação, examine o pulso radial no punho ou pressione com firmeza a pele na área afetada – ela deve ficar branca e depois de 2 segundos adquirir uma tonalidade rósea.
5. Tente evitar o choque. Deite a vítima na posição horizontal, erga seus pés cerca de 30 centímetros e cubra a vítima com um casaco ou cobertor. Não mova a vítima se houver suspeita de lesões na cabeça, costas ou pernas.
6. Procure assistência médica.
Não se deve:
mover a vítima a menos que a área afetada esteja completamente imobilizada
• mover uma vítima que esteja com os quadris, a pélvis ou a parte superior da perna lesada, a menos que seja absolutamente necessário. Se você precisar mover a vítima imediatamente, utilize a técnica de improvisar uma maca com as roupas
• tentar endireitar um osso ou articulação deslocados ou mesmo mudar sua posição
• tentar comprovar se um osso ou articulação lesados estão se movendo adequadamente
• dar nada para a vítima ingerir
Procure imediatamente assistência médica de emergência se:
• a vítima apresentar um deslocamento, um osso fraturado ou se houver hemorragia grave
• sozinho você não conseguir imobilizar totalmente a lesão no local do acidente
Prevenção:
o    Proporcionar um ambiente seguro para as crianças pequenas.
o    Ensinar medidas de segurança. Ajude as crianças a aprender como cuidar de si mesmas.
o    Supervisione cuidadosamente as crianças. Não existe subtituto para uma supervisão adequada, não importa o quão seguro pareça o ambiente ou a situação.
*A cicatrização dos ligamentos adjacentes à articulação deslocada leva de 3 a 6 semanas.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Exercícios de SRF e SRM (CMF1)

Exercícios de Memorização CMF1 (para imprimir)


Pinte os Testículos , Canais deferentes e o Epidídimos.